O que entra na conta
- CLT: 11 salários líquidos, o mês de férias com 1/3, o 13º líquido, os depósitos do FGTS (8% sobre salários, 13º e 1/3 de férias) e os benefícios.
- PJ: faturamento menos imposto do Simples Nacional, contador e custos da empresa, INSS de 11% sobre o pró-labore e o IR do pró-labore.
Usamos 6% de imposto, a alíquota inicial do Anexo III do Simples para serviços quando a folha (pró-labore) chega a 28% do faturamento (fator R). Se a sua atividade cai no Anexo V ou no lucro presumido, troque a porcentagem.
Exemplo
CLT de R$ 8.000 com R$ 900 de benefícios dá cerca de R$ 99.747 líquidos no ano. Uma proposta PJ de R$ 12.000 por mês, com 6% de imposto e R$ 300 de contador, deixa cerca de R$ 127.325 no ano. Para empatar com a CLT, o PJ precisaria faturar cerca de R$ 9.472 por mês.
O que a conta não mostra
No PJ não há férias pagas, 13º, FGTS, multa de 40% nem seguro-desemprego. Se você tirar 30 dias de folga sem faturar, desconte um mês. Muitos especialistas sugerem que o PJ pague pelo menos 30% a 40% a mais que o salário CLT bruto.
Perguntas frequentes
O que é fator R?
É a relação entre a folha de pagamento (incluindo pró-labore) e o faturamento. Se for de 28% ou mais, muitos serviços pagam pelo Anexo III, a partir de 6%; abaixo disso, pelo Anexo V, a partir de 15,5%.
Isso substitui um contador?
Não. É uma estimativa para comparar propostas. Confirme o enquadramento da sua atividade com um contador.
Veja também
Os resultados são estimativas apenas para informação e não são aconselhamento financeiro, jurídico ou médico. Taxas, impostos e tarifas variam: confirme com um profissional ou com o seu banco.